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Um violento impacto entre estrelas deverá iluminar em breve o céu noturno e poderá ser visto por qualquer pessoa. Segundo especialistas, o choque será tão poderoso que produzirá um brilho maior que qualquer estrela do firmamento.
Colisao entre estrelas


KIC 9832227: O par de estrelas está tão próximo entre si que os objetos já compartilham da mesma atmosfera.

A visualização do choque ocorrerá daqui cinco anos, em 2022, e será causado pelo impacto e fusão da estrela binária KIC 9832227, localizada a uma distância de 1800 anos-luz da Terra.

Atualmente, esse sistema duplo tem um brilho muito fraco e só pode ser visto através de telescópio, mas crescerá cerca de 10 mil vezes após o impacto. No entender dos astrônomos, o clarão deverá permanecer visível por diversos dias, na constelação do Cisne.

Esse sistema híbrido já é velho conhecido dos pesquisadores e desde 2013 passou a chamar a atenção pela possibilidade de choque e fusão.

Segundo os estudos, o par estelar está tão próximo entre si que já compartilham da mesma atmosfera, situação muito parecida com V1309 Scorpii, cuja atmosfera também era combinada e girava cada vez mais rápido até sua explosão em 2008.

Consequências
O choque entre as duas massas de gás produzirá o que os astrônomos chamam de "nova vermelha", fenômeno caracterizado pela fusão de uma estrela binária. Aqui da Terra, a maior consequência será a formação de um ponto muito luminoso no céu, mais forte que qualquer outra estrela visível.

Como explicado, o choque está previsto para 2022 e enquanto não acontece a dupla de estrelas poderá ser observada ou pesquisada por qualquer astrônomo amador, que poderá medir a flutuação do brilho da estrela binária, cada dia maior e mais frequente. Experimente!

Origem do Texto: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Prepare-se_colisao_entre_estrelas_podera_ser_vista_a_olho_nu&posic=dat_20170118-094259.inc
Cairo – O Egito desenterrou uma cidade e um cemitério de mais de 7 mil anos de idade que remontam à sua Primeira Dinastia em Sohag, província do sul do país, informou o Ministério das Antiguidades.

A cidade provavelmente abrigou autoridades de alto escalão e construtores de túmulos, e seu descobrimento pode proporcionar novos vislumbres de Abidos, uma das cidades mais velhas do Egito Antigo, disse o Ministério em um comunicado.

Especialistas afirmam que Abidos foi a capital do Egito perto do final do Período Pré-dinástico e durante o governo das quatro primeiras dinastias

No Egito, a história se sobrepõe literalmente em camadas, uma sobre a outra. Poucos dias atrás, durante uma expedição próxima ao Templo do Rei Seti, à beira do Rio Nilo, arqueólogos do Ministério das Antiguidades descobriram em escavação mais um rico e impressionante tesouro arqueológico: sob a terra, intocados e desconhecidos, havia uma cidade, uma zona portuária e um cemitério de mais de 7 mil anos.



Templo do Rei Seti

Pelo tamanho e a complexidade das construções descobertas – e pela imponência e grandeza dos túmulos, maiores do que algumas sepulturas de reis em Abidos, cidade próxima da escavação – acredita-se que a cidade descoberta tenha tido grande importância durante a primeira dinastia, servindo de provável moradia para autoridades de alto escalão.

Ferramentas de ferro, cerâmicas e cabanas também foram desenterradas, junto de 800 papiros, datados do reinado de Quéops – segundo especialistas, estes podem ser os mais antigos documentos egípcios já encontrados.


Uma das sepulturas descobertas


Além de poder vir a iluminar a história da região de Abidos – uma das cidades mais antigas do Egito que, segundo especialistas, chegou a ser capital do país durante as quatro primeiras dinastias – a descoberta pode significar uma forte estímulo ao turismo no país, que sofre abalos em sua renda por conta das crises políticas e casos de terrorismo na região.



Origem da Pesquisa:






Após meses de discussões, os cientistas finalmente concordam que a Voyager 1, da NASA, se tornou o primeiro objeto feito pelo homem a deixar o sistema solar. E só levou 36 anos para cumprir a longa jornada de 19,3 bilhões de quilômetros

Amostras de gelo obtidas em grandes profundidades nos pólos podem fornecer valiosos registros de eventos astronômicos importantes que ocorreram há mais de mil anos



Amostras de gelo têm sido utilizadas como registros históricos do clima porque a composição do gelo e das bolhas de ar nele aprisionadas fornecem um testemunho praticamente intocado de condições climáticas passadas.


Recentemente um grupo de cientistas japoneses mostrou que a mesma técnica pode ser utilizada para registrar eventos astronômicos importantes.

Em artigo publicado recentemente no arXiv.org da Biblioteca da Cornell University, Yuko Motizuki e colaboradores, do Instituto Riken, em Wako, Japão, apresentam evidências de um registro de explosões de supernovas que ocorreram há mais de mil anos, em testemunhos de gelo antártico. Em uma amostra tubular de gelo de 122 metros de comprimento obtido, em 2001, na estação Dome Fuji, na Antártida Oriental foram encontrados picos na concentração de íons de nitrato (NO3–) que coincidem com duas supernovas conhecidas do século 11: a supernova 1006, assim denominada por ter sido descoberta nesse ano e a supernova da nebulosa do Caranguejo de 1054. Supernovas próximas provocaram grande precipitação de raios gama sobre a Terra, o que pode ter elevado rapidamente os níveis de nitratos na atmosfera, o que explicaria os picos registrados nas amostras de gelo.

Um terceiro pico de nitrato revelado pela equipe japonesa, datado entre 1060 e 1080, pode ser a indicação de um evento celeste não registrado, especulam os autores. Um fragmento estelar exótico, chamado de repetidor gama, pode ter sido responsável pelo aumento misterioso do nitrato, ou uma supernova oculta por densas nuvens de poeira, ou simplesmente não ter sido visível no hemisfério norte.

A idéia de descobrir registros astronômicos, baseado em núcleos de gelo perfurados em grandes profundidades, lembram os autores, foi proposto pelo astrônomo Robert Rood, da University of Virginia, e seus colegas em um artigo da Nature, em 1979, mas a relação entre supernovas e picos de nitrato havia permanecido como mera especulação. Mesmo essa nova pesquisa teria que ser reforçada por outras correlações. – Com essa finalidade, os autores estão realizando uma revisão abrangente dos níveis de íons e das supernovas conhecidas dos últimos 2 mil anos.

Origem do Texto: http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/explosoes_estelares_registradas_em_testemunhos_de_gelo.html
Em 2004, cientistas liderados por Jean Jouzel, do Laboratório de Ciências Climáticas e Ambientais (LSCE), em Gif-sur-Yvette, na França, conseguiram retirar um pedaço do núcleo de gelo no centro da Antártida.




A 3.260 metros de profundidade, perfurar o núcleo de gelo foi uma maratona em um dos locais mais hostis e remotos da Terra. Apesar de não ser o núcleo mais profundo já retirado da Antártida (o núcleo de Vostok chegou a 3.263 metros), seu gelo comprimido fornece o registro climático polar mais antigo, retrocedendo 800 mil anos.

A mensuração do deutério, uma das formas do elemento hidrogênio, permitiu à equipe remontar os registros da temperatura no gelo antigo. O novo registro climático abrange um novo ciclo de mudanças glaciais, equivalendo a 11 ciclos ao todo, afirma Jouzel, principal autor.

Ligando as informações de todo o núcleo com modelos atmosféricos, os cientistas puderam reconstruir um registro confiável das temperaturas dos últimos 800 mil anos. Na revista Science online, a equipe demonstrou que o período mais frio ocorreu há cerca de 20 mil anos, durante o último máximo glacial, quando a cobertura de gelo atingiu seu pico. A temperatura era cerca de 10 graus Celsius inferior a atual.

O momento mais quente ocorreu durante o período interglacial, que é um intervalo de temperaturas médias mais quentes entre as eras glaciais. Naquele período, há cerca de 130 mil anos, a temperatura era cerca de 4.5 graus Celsius mais quente que hoje.

Eventos globais – Muitas das mudanças apresentadas nos núcleos equivalem a eventos climáticos globais. “Pudemos correlacionar os registros com as mudanças ocorridas na Groelândia”, explica Jouzel.

Os cientistas planejam perfurar ainda mais fundo, com a esperança de alcançar um registro climático da Antártida de um milhão de anos. “Agora estamos nos direcionando a outras regiões da Antártida, onde a acumulação de neve é ainda menor”, diz.

Mas algumas pessoas não acreditam que o gelo antigo guarde alguma história a contar.

“Estamos chegando a um limite de quão longe os núcleo de gelo podem nos levar”, afirma Martin Siegert, glaciólogo da Universidade de Edinburgh. “Pode haver gelo com um milhão de anos, mas será que haverá um registro real sobre ele?”, questiona.

Ele sugere que alguns lagos sub-glaciais podem guardar o segredo. “O registro do fundo do lago começa onde termina o registro do núcleo de gelo. É hora de olhar além do gelo”, adverte. (CarbonoBrasil)

Origem do Texto: http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2007/07/07/32220-novos-nucleos-de-gelo-revelam-800-mil-anos-de-historia-climatica.html
Há muito se especula sobre as anomalias orbitais observadas em alguns objetos no Cinturão de Kuiper. Agora, um novo estudo mostra que elas são causadas por um objeto muito grande, o que aumenta as chances de termos mais um grande planeta no Sistema Solar.




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